Movimentos sociais estudantis e urbanos



A história dos movimentos sociais estudantis e urbanos. Os academicistas, os reacionários, os militantes e a massa indiferente.

Os movimentos estudantis desde muitos anos trazem grandes impactos nas relações sócio-político no país, protestando contra as tomadas de decisão que são contra ao beneficio da sociedade, os movimentos estudantis tiveram contribuições de grande importância em fases da história, temos como exemplos a luta O Petróleo é Nosso, a luta contra a ditadura, nas “diretas já“, no Impeachment do Presidente Collor, e um acontecimento que marcou o inicio das manifestações dos movimentos estudantis, foi no dia 24 de Março de 2003, estudantes organizados pelo MEPR atacaram o Consulado dos Estados Unidos no Rio de Janeiro. Essa foi a primeira demonstração de violência revolucionaria da juventude brasileira desde as manifestações da época do regime militar.

Os academicistas, os reacionários, os militantes e a massa indiferente.

Entre meados das décadas de 60 e 70 os movimentos estudantis brasileiro começaram a serem visto como foco indispensável na mobilização social, isso se deu pela capacidade de mobilizar expressivos contingentes de estudantes á participarem ativamente da política do país, o que transformou o modo de se ver os movimentos estudantis.

Divisão do Movimento Estudantil

Historicamente, é colocado para o Movimento Estudantil – ME uma divisão política clara em alguns grupos, sendo:

A MASSA INDIFERENTE;

OS ACADEMICISTAS – preocupados exclusivamente com atividades na esfera acadêmica;

OS REACIONÁRIOS – contra qualquer tipo de movimento e organização;

OS MILITANTES – neste campo encontram vários matizes de revolucionários e reformistas.

A realidade dos movimentos estudantis não poderia ser muito diferente, pela forma da luta de classes, os estudantes tendem a ocupar posições de classes diferentes, ou seja, a divisão política dos estudantes reflete sempre a divisão política que se verifica na sociedade. O dever maior é conseguir deixar essa divisão mais delimitada e principalmente mais consciente, para que as opressões não se tornem violências maiores.

Movimentos sociais urbanos

A história dos movimentos sociais estudantis e urbanos.

Caracterizado por movimentos urbanos por protestarem pelos direitos humanos dos quais possuam e não estão sendo cumpridos, os principais movimentos sociais urbanos brasileiros têm visões muito detalhadas sobre a função da Jornada de Lutas por Reforma Urbana, com isto o governo federal é o primeiro a ser cobrado por políticas públicas de moradia, transporte, saneamento e outras áreas, além das repetidas e ativas reivindicações por um amplo espaço de participação social na gestão de cidades, estados e do país.

Wander Geraldo, da Confederação Nacional das Associações de Moradores, afirmou a necessidade de pressionar o governo e o Congresso a regulamentar a lei 11.445/2007, que criou o Sistema Nacional de Saneamento Básico. “Esta lei teve participação popular antes de sua aprovação, por isso ela ficou muito boa. Ela obriga o poder público a planejar o saneamento no país, dá ao Estado o poder regulador do setor e cria mecanismos de participação social em todas as etapas do processo de saneamento”, diz ele. Porém a lei foi sancionada pelo presidente Lula em janeiro deste ano, mas ainda depende de regulamentação. Por isso, espera-se que a Jornada vai fazer pressão pela regulamentação desta lei.

Em conceito geral denominam-se movimentos sociais urbanos sistemas de práticas sociais contraditórias, ou seja, ações que controvertem a ordem estabelecida a partir das contradições específicas da problemática urbana, sendo que a problemática urbana muitas vezes abrange as questões de moradia, saúde, cultura, entre outras que são fundamentais na vida de um individuo.

Os movimentos sociais estudantis e urbanos tiveram grandes repercussões na sociedade brasileira, o que você acha sobre a forma de protestos adquiridos por esses movimentos sociais?

Fontes úteis:
http://www.socialismo.org.br/portal/sindicalismo-e-movimentos-sociais/137-artigo/237-o-movimento-estudantil-e-a-luta-de-classes
http://www.fase.org.br/_fase/pagina.php?id=1724




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